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Bolt


“O Melhor do filme é o amor incondicional, a fidelidade de Bolt. E tem uma gata preta ensinando-o a ser um cachorro de verdade. O personagem cresce para descobrir que não é preciso superpoderes para ser um super-herói”

John Lasseter

REVIEW

“Bolt – Supercão” foi um filme da Walt Disney lançado, no Brasil, dia 2 de Janeiro de 2009, em seu primeiro longa-metragem de animação concebido e produzido em 3D. Para o lançamento, os estúdios Disney, em Los Angeles, abriram suas portas à imprensa do mundo todo e mostraram como a magia vira realidade.

Em paralelo com a Pixar, a Disney Studios também aposta nas suas independentes animações digitais, claro, sobre o supervisionamento de John Lasseter (produtor executivo da Pixar/Disney). O resultado é talvez algumas dos irreverentes “desenhos animados” da sua origem. Bolt foi um parto difícil para os estúdios, o porquê se encontrava na primeira versão do filme intitulada de American Dog, dirigida por Chris Sanders, o mesmo da animação Lilo & Stich, embarcava o estúdio com uma versão ousada e diferente do habitual registro da Disney, insatisfeita com o produto, decidiu-se dispensar os serviços de Sanders e no seu lugar optou-se Chris Williams e Byron Howard, dois homens de confiança de John Lasseter. O que se pretendia com a primeira versão de Bolt, nunca se saberá, mas mesmo assim há que admitir que o trabalho de Williams e Howard se resume em uma surpresa no ramo.

A história de amor de Bolt um supercão (John Travolta) por sua dona, Penny (Miley Cyrus), de 12 anos, tem ingredientes para cativar as crianças, como amizade a toda prova. No Elenco, o hamster Rhino, que se torna escudeiro de Bolt, consegue roubar parte das cenas mais engraçadas. A gata Mittens, que dá o tom irônico à história, conquista pelo bom-humor. E até os pombos de Nova Iorque e Los Angeles arrancam boas gargalhadas da platéia.

“Acho que esse filme é um clássico que retorna aos filmes da Disney. ‘Fofo’ é um ótimo adjetivo. É isso mesmo. É um humor ótimo para adultos e crianças. Há algumas cenas que são realmente engraçadas.”

John Travolta

Para Chris Williams – que divide a direção de “Bolt” com Byron Howard -, a maior mensagem do longametragem é a relação de confiança entre os personagens, ainda que isso represente um risco. Um dos exemplos é a parceria de Mittens e Bolt – gata e cão -, em tese eternos rivais.

“O Filme discute o fato de que, confiando demais em alguém, você corre mais o risco de sofrer. Porém é preciso confiar nas pessoas. Isso se aplica a Mittens e Bolt. Ao final, Bolt descobre que é arriscado acreditar nas pessoas, mas é o que se deve fazer”

Chris Williams

Nos estúdios, 400 profissionais trabalharam para fazer o filme em apenas oito meses. A tecnologia 3D projeta imagem dupla, criando sensação de profundidade e realidade, e a platéia usa óculos especiais. Na visita, os produtores, diretos e animadores mostraram a criação dos personagens em computador e a busca pela sincronia perfeita entre expressões e diálogos. “Dublar o Rhino é um sonho. As vozes foram gravadas individualmente, porque é muito díficil fazer esse trabalho em conjunto com os outros dubladores. Essa parte é montada depois”, explicou o dublador Mark Walton.

Na linha de frente da animação, a equipe contou com 62 animadores. “Demorei três dias para conseguir a expressão mais perfeita de Rhino numa cena de três segundos”, revelou Clay Kaytis, um dos animadores.

Aliar animação com artes plásticas e captar o ambiente das cidades cenários do filme foram objetivos traçados pela produção. Equipes de arte e iluminação percorreram as cidades de Ohio, Nova Iorque, São Francisco, Las Vegas e Los Angeles. “Nós não queríamos que parecesse algo fabricado pelo computador”, afirmou o produtor Clark Spencer. Diversão garantida com tecnologia.

No que se diz ao nível técnico e visual, Bolt se diferencia pelas suas cenas de ação, o que é raro em um filme desse gênero, ainda mais vindo do estúdio que vêm, contudo, a animação de Howard e Williams respeita as raizes da Disney e exibe foco em uma história familiar, moralista e classica que tanto encantam nos projetos da Disney.

Todo o trabalho, a grande equipe reunida, tudo, valeu a pena. O Filme foi um grande sucesso de bilheteria, seja por trazer uma novidade, até então nunca vista antes com tanta eficácia, a animação 3D, ou, pela bela história que compõe o filme.

SINOPSE

Na trama de “Bolt” (John Travolta), o cãozinho é protagonista de uma famosa série de TV. Criado no set de gravação, só conhece a vida na frente das câmeras. Nesse universo, a maior missão do supercão é proteger sua amiga, dona e coadjuvante do seriado, Penny (Miley Cyrus), de um gênio do crime, o Doutor Calico, e seus gatos diabólicos. Para isso, o pastor americano branco conta com poderes como superlatido, visão a laser e supervelocidade.

“Eu acho um filme muito maravilhoso, e é muito bem feito. É sobre Bolt, um cachorro, que pensa que tem superpoderes porque ele está em um programa de televisão. Ele percebe que o que faz ele ser especial não são todas aquelas coisas das quais ele precisa para combater todos os vilões; mas que precisa de Penny – ela é quem dá a ele força e confiança. Quando ele não está com ela, ele fica vulnerável, sem confiança em si mesmo.”

Miley Cyrus

Mas Bolt é colocado focinho a focinho com a realidade ao sair do estúdio para salvar Penny do que imagina ser um sequestro tramado por Doutor Calico. Em busca de pistas para resgatar Penny, Bolt tem como principal aliada a gata Mittens. Malandra e traiçoeira, na trajetória do resgate por cidades como Nova Iorque e Las Vegas, ela ensina o cãozinho branco a maior lição de sua vida: transformar-se em cachorro normal. Afinal, os superpoderes de Bolt eram efeitos especiais.

BOLT, POR JOHN TRAVOLTA

O passado de Bolt não é completamente conhecido, mas quando ainda filhote, foi adotado por uma garotinha de 7 anos de idade, Penny, de um Abrigo de Resgate de Animais, já que foi separado de sua mãe ainda pequeno.

Bolt e Penny foram escalados para uma série de Ação na TV, sendo protagonistas. Na série, para ganhar mais realidade, os produtores do show fizeram Bolt acreditar em sua vida na TV, assim também em seus poderes, para dar um ar mais real e um melhor desempenho fazendo que o cachorro não tenha uma vida “normal”.
Já para reproduzir essa história nas telinhas além do 3D foi preciso mais uma técnica, que deveria sair perfeitamente, a dublagem. John Travolta, conhecido por seus filmes de ação, foi chamado para participar do projeto, sendo o primeiro do gênero para John. Sua voz forte e aguda deu vida e segurança ao personagem principal do filme.

“Eu costumava fazer vozes para comerciais de TV e rádio, porém, há uma diferença entre eles e um filme porque no filme eles precisam das expressões dos seus rostos para animar. Então você precisa de tons diferentes em sua voz. Os produtores gostaram bastante das vozes diferentes que eu usava e as expressões que fazia. Eu tenho uma variedade enorme de expressões. Bolt acha que tem super poderes e que é muito forte e então descobre que não tem isso, mas eu tentei trazer uma voz mais confiante, um cara confiante que impressione. Eu gosto de trabalho de voz, eu amo, porque um dos meus primeiros trabalhos foi com voz. É bom variar para se comunicar.”

John Travolta

Se aventurar em um projeto como esse foi algo novo para John Travolta. O mesmo nunca tinha participado de nenhum tipo de animação, muito menos cedido sua voz.

“Foi algo misterioso. É o inverso do processo normal de fazer filmes. Você faz sua participação fora de contexto, deixando o diretor lhe guiar completamente. Num filme de ação ao vivo, eu entendo o tipo de tomada que o diretor quer antes mesmo de ele saber. Nese caso, os animadores sabem o que querem e eu só descubro o que eles deveriam querer depois de umas 30 tomadas.”

John Travolta

PENNY, POR MILEY CYRUSA

“Miley Cyrus é Penny; todo o país é apaixonado por ela [Miley], e ela é como Olivia Newton John em ‘Grease’. Ela leva muito facilmente a personagem.”

John Travolta

Penny tinha apenas sete anos quando encontrou Bolt no Abrigo de Animais Silverlake, onde viveu com outros cachorros do abrigo e com seu brinquedo favorito, Sr Cenoura. Cinco anos depois, ela e seu cachorro se tornam estrelas de um show de televisão, “Bolt”.

Apesar do programa, Penny não é uma grande estrela. Sua mãe e sua agente procuram manter o nome da garota fora das manchetes.

“Penny é um pouco linha dura – eu amo a abertura, é a minha preferida. Todo mundo estava me perguntando qual era a minha cena preferida e eu diria ‘Eu amo quando ela vem com os cabelos cortados, e com as botas, e andando de skate’. Eu achei isso super legal, uma coisa que eu nunca fui capaz de fazer. Eu sempre queria ser esse tipo de garota. E eu amo como ela fica vulnerável quando ela perde o Bolt. E ela descobre que é somente uma personagem.”

Miley Cyrus

Penny é dublada por Miley Cyrus. Reproduzir Penny, assim como qualquer outro personagem do filme, foi uma aventura. Assim como John Travolta, Miley Cyrus nunca havia participado de um filme como esse.

RHINO

Se Bolt é o astro canino, o hamster Rhino é o protagonista das cenas mais divertidas. Fã de carteirinha do seriado do supercão, Rhino vive em uma bola. Ele ganha a chance de estar com seu ídolo quando Bolt e a gata Mittens vão parar em um camping. “Rhino curte a chance de se tornar parceiro de Bolt para salvar Penny, a estrela do seriado a quem ele também ama”, conta Byron Howard, um dos diretores.

Na fase de produção, o diretor-geral John Lasseter chegou a imaginar Rhino como uma chincila (tipo de roedor), um de seus bichos de estimação “Ele mandou buscá-la em casa. A chinchila passou o resto do dia rolando entre nossos pés e topando com as pessoas, foi muito divertido”, conta Howard. Porém, a ideia de manter o hamster acabou vencendo, por ser um tipo de animal de estimação mais comum.

“Até adotamos um hamster, chamado de Doink. Durante a semana, ele ficava no estúdio para ser observado pelos animadores. Nós precisávamos ter uma referência para projetá-lo”

Clay Kaytis

PERSONAGENS

Versão Original (Americana)
Bolt ———– John Travolta
Penny ——– Miley Cyrus
Mittens —— Susie Essman
Rhino ——— J.P. Manoux
Dr. Calico — Malcolm McDowell
Blake ——— Nick Swardson
Joey ———- Diedrich Bader
Oliver ——— Phil LaMarr
Thug ———- Randy Savage
Carly ——— Tara Strong

Versão Brasileira
Bolt ———– Mário Jorge Andrade
Penny ——– Bruna Laynes
Mittens —— Maria Clara Gueiros
Rhino ——— Leandro Hassum

PRODUÇÃO

Em Burbank, na Califórnia, se econtra o Walt Disney Animation Studios, onde são produzidas as obras em animação da lendária casa de Mickey Mouse e Pato Donald. O edifício do estúdio chama a atenção por um enorme cone azul que imita o chapéu de mago usado por Mickey no filme “Fantasia”. O local, planejado para ser o escritório do fundador Walt Disney, hoje é uma das salas de reunião da companhia.

Em meio a decorações que fariam o estúdio se passar por um parque de diversões – cogitou-se construir a Disneylândia no local, mas o espaço era muito pequeno – com desenhos, brinquedos e paredes coloridas por todos os lados, lá foi produzida a animação “Bolt – Supercão”, que estreou no Brasil no dia 2 de janeiro.

A introdução das técnicas de computação gráfica foi uma das maiores revoluções na produção do cinema moderno, capaz de criar efeitos visuais nunca antes possíveis. Na mesma magnitude, mudou também o mundo dos desenhos animados, e a Pixar foi uma das pioneiras em filmes de animação feitos por computação gráfica.

Em 1986, produziu um curta de animação chamado “Luxo Jr.”, que tinha como protagonista uma luminária de mesa que até hoje aparece no logotipo da Pixar. O diretor desse pequeno filme era John Lasseter, hoje chefe de criação dos estúdios Pixar e Walt Disney, mesmo que produziu “Bolt”.

Na animação tradicional, cada quadro de movimento é desenhado à mão. Na Disney, os artistas decidem se fazem os traços no papel, que depois é digitalizado, ou diretamente na tela do computador. No entanto, isso não é o que acontece em obras como “A Família do Futuro” ou “Bolt – Supercão”, em que o método de produção é radicalmente diferente.

Apesar disso, o ponto de partida para ambos os tipos de animação – desenhados a mão ou por computação gráfica – é o mesmo: um roteiro e um “storyboard”, ou seja, um rascunho das cenas. Mas, a partir desse ponto, a natureza das atividades começa a mudar. A produção é dividida em dois processos. No primeiro, acontece o que se chama de produção de elementos, ou seja, são concebidos, no computador, os personagens e objetos que vão compor a obra.

Com base em imagens conceituais dos personagens, esculpe-se dentro do computador um modelo em 3D, como um boneco de massa em um ambiente virtual. O protagonista Bolt, por exemplo, foi livremente inspirado no pastor branco, um parente do pastor alemão, cujas grandes orelhas ficam evidentes nos filhotes.

“Dentro do computador, cria-se um mundo verdadeiramente em 3D”, explica John Lasseter. Nessa fase, os bonecos são uma escultura estática e fria, sem texturas e detalhes (como pêlos), e o visual está longe de ser o que se vê no produto final.

Depois de esculpido o modelo 3D, é hora de partir para o “rigging”, ou seja, criar “ossos” e “articulações” nos personagens. Nessa fase se estabelece quais movimentos serão possíveis, inclusive as expressões faciais. O rosto é a parte que mais tem pontos de articulação, para garantir uma vasta gama de caras e bocas com as quais os animadores podem trabalhar para dar vida aos personagens.

Os modelos são feitos no programa Maya. Há atalhos com várias expressões faciais prontas, mas também é possível comandar cada parte da face em separado: abrir a boca, levantar a sobrancelha ou franzir a testa são algumas das operações possíveis.

Por fim, chega-se aos detalhes. É nessa fase que Bolt ganha pêlos e os pombos, penas, além de os personagens e objetos passarem a ter texturas. Isso quer dizer que cada parte do animal recebe o aspecto de que é feito com um determinado material: os olhos ficam com o brilho característico de uma superfície úmida e a bola de exercício do hamster Rhino adquire aparência de plástico, com direito às ranhuras típicas de um objeto usado.

Na segunda parte do processo entra a produção dos quadros da animação em si. Em primeiro lugar é feito o “layout”, no qual se define o posicionamento da câmera – virtual, é claro – e como serão as animações. Depois, produzem-se os movimentos de fato, mexendo em vários controles: expressões corporais e faciais, além dos ângulos de visão, são determinadas quadro a quadro. É um processo dispendioso: para produzir uma cena com cerca de 70 quadros, que equivale três segundos, consome-se três dias de trabalho, segundo Clay Kaytis, supervisor de animação de Rhino.

Na fase de efeitos, são produzidas as animações de elementos secundários, como objetos de cenário e veículos, e insere-se vários efeitos especiais, como explosões e chuvas. Por fim, na fase de “shot finaling”, é gerada a imagem final de fato, com a iluminação definitiva e todas as texturas aplicadas. Este é um dos processos mais caros na produção de uma animação feita por computador. No caso de “Bolt”, foram gerados dois “fotogramas” por quadro, por se tratar de um filme estereoscópico, ou seja, para ser visto com óculos 3D.

Assim, num processo de produção que leva muito tempo – “Bolt” foi produzido num prazo considerado exíguo, de menos de três anos -, o filme finalmente fica pronto para ser exibido nos cinemas.

DESEMPENHO

No dia 21 de Novembro de 2008, “Bolt” estava sendo lanaçado nos cinemas dos Estados Unidos. O filme, em sua estréia, atingiu um total de mais de 7 Milhões de dólares brutos. Até fechar o mês de sua estréia, Novembro, o ganho monetário do filme nos cinemas foi gradativamente aumentando. Ao final do primeiro mês, “Bolt” já tinha arrecado mais de 60 Milhões de dólares.

Depois de 4 meses em exibição nos cinemas americanos, o filme já havia ganhado quase 115 Milhões de Dólares, atingindo altos rankings nos Estados Unidos. Já no Brasil, o filme ficou apenas 2 meses em exibição nos cinemas, arrecadando um total de 4 Milhões de Dólares em terras brasileiras.

No mês de março, cinco meses depois sua estréia, o filme “Bolt” sai oficialmente de circulação nos cinemas de todo o mundo, fechando num total de US$ 309,979,654 Dólares.

CRÍTICAS

Mesmo antes de sua estréia nos cinemas americanos, “Bolt” já era um assunto na palta de vários críticos de cinema. O filme prometia ser um grande passo na cultura do cinema, sendo o primeiro filme a seguir passos fortes no que se trata do 3D. A produção do filme, toda seguida em uma linha até então um tanto quanto inovadora, chamou a atenção. O filme foi anunciado por muitos críticos como a animação do ano.

Já durante a exibição do filme, as críticas começaram a ser mais especificas. Segundo reportado, o filme recebeu um total de 88% positivo de um total de 176 críticas. Já outra prévia, segundo a Metacritic, deu ao filme 67% de aprovação baseado nas críticas que seguiam a categoria.

O TV Guide nomeou o filme com 4 Estrelas:

“diverte tanto aquele que é o público alvo como os pais que vão junto na viagem. Esse misto de ação emocionante, profundo sentimento e um personagem gentil faz a comédia Bolt outra adição sólida à história da família Disney.”

Sasha Robinson do “A.V. Club” deu ao filme um B+

“Bolt é o primeiro filme de estúdio desde ‘Lilo & Stich’ em que se sente que estão tentando recuperar a velha Disney em vez de um agressivo derramamento em favor de algo novo e habilidoso. E ainda vem um saudável sabor da Pixar.”

Kenneth Turan do “The Los Angeles Times” comparou Bolt ao “The Truman Show” e disse:

“Bolt tem um enredo intrigante que é a versão familiar do filme “The Truman Show” estrelado por Jim Carrey.”

DVD & BLU-RAY

Depois de um ótimo desempenho nos cinemas, Bolt chega as lojas dos Estados Unidos. No dia 13 de Fevereiro de 2009 o filme foi lançado, tanto em Blu-ray quanto em DVD, em todo os Estados Unidos. O filme não demorou muito a chegar em primeiro lugar nas paradas de vendas. O filme vendeu mais de 4 milhões de cópias até o final de Dezembro, gerando um capital de US$ 81,01 Milhões de dólares. Pela primeira vez na história um Blu-Ray havia atingido o topo das vendas primeiro que um DVD.

Já no Brasil, o filme foi lançado mais tarde, em 8 de Maio de 2009; e não chegou a ser um sucesso de vendas, mas, foi um dos filmes mais locados no mês de Junho de 2009 nas locadoras do país.

TRILHA SONORA

As músicas que deram enrredo ao filme foram escritas por John Powell. A Trilha Sonora trouxe duas músicas originais – “I Thought I Lost You” por Miley Cyrus e John Travolta e “Barking At The Moon” por Rilo Kiley. O álbum foi lançado no dia 28 de Novembro de 2008 nos Estados Unidos.

1. “I Thought I Lost You” by Miley Cyrus feat. John Travolta — 3:36
2. “Barking at the Moon” by Jenny Lewis — 3:17
3. “Meet Bolt” — 1:49
4. “Bolt Transforms” — 1:00
5. “Scooter Chase” — 2:29
6. “New York” — 1:44
7. “Meet Mittens” — 1:25
8. “The RV Park” — 2:14
9. “A Fast Train” — 2:38
10. “Where Were You on St. Rhino’s Day?” — 1:58
11. “Sing-Along Rhino” — 0:42
12. “Saving Mittens” — 1:02
13. “House on Wheels” — 3:07
14. “Las Vegas” — 2:01
15. “A Friend in Need” — 1:13
16. “Rescuing Penny” — 3:09
17. “A Real Life Superbark” — 0:46
18. “Unbelievable TV” — 1:20
19. “Home at Last/Barking at the Moon (Reprise)” — 1:29

CURIOSIDADES

  • O personagem Bolt foi um pouco inspirado por uma raça ‘Pastor Branco Suíço’.
  • Levou de 4 a 5 meses para fazer um tiro em uma cena – de um layout de animação para a iluminação (o tiro foi em média 4 segundos de duração em “B
  • olt”).
  • Há um total de 28 sequências no filme que eram 131.738 quadros e 1.239 capturas. 110 terabytes de dados estavam ativados nos segundos das produções.
  • Para ter a sensação de como seria cada lugar onde Bolt e seus companheiros estivessem o diretor de arte Paul Felix e o diretor de iluminação Adolph Lusinsky, com várias outras pessoas da equipe, empacotaram suas coisas e pegaram a estrada. Exploraram muitos locais como Nova York, Ohio, Kentucky e Virgínia Ocidental.
  • Rhino, o hamster, era pra ser um rato. Durante a história inicial para ser adaptada para filme. Rhino foi transformado em um hamster andando dentro de sua bola de plástico.
  • Toda a produção, cada membro da equipe que trabalharam em “Bolt” colocariam fotos de seus animais de estimação na “Galeria de Animais de Estimação da Produção.”
  • Mittens, a sábia gatinha, antes seria chamada de “Sr. Mittens” porque seus donos nunca deram atenção em descobrir se era um gato ou uma gata.
  • A jornada incrível começa com o desejo de evocar o estilo de pintura dos famosos pintores dos Clássicos Filmes de Animação da Disney, como Edward Hopper, George Bellows e os Artistas Escolares de Ashcan do início do século 20.
  • A produção atualmente tem um hamster chamado Doink que se tornou um importante e amável membro da equipe e é como uma referência para os animadores.
  • O diretor Byron Howard foi o supervisor de animação do personagem Cobra Bubbles em “Lilo & Stitch”.
    Miley compôs para o filme uma música chamada “I Thought I Lost You”, que foi gravada também junto com John Travolta, e foi nominada a Melhor Canção Original de Trilha Sonora no Globo de Ouro.
  • É o 1º filme de animação da Disney concebido e produzido para o formato 3D. O Galinho e A Família do Futuro, lançados anteriormente neste formato pelo estúdio, foram convertidos para 3D após serem concluídos.
  • Inicialmente seria Chloe Moretz quem daria voz a Penny em todo o longa-metragem. Após seu trabalho ser concluído é que Miley Cyrus foi contratada para o papel, cabendo a Moretz dublar a personagem apenas quando jovem.

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